
Tipo de viagem: Saída especial
Data de saída: 06/10/2019
Duração – roteiro principal: 21 noites / 23 dias
Documentação necessária: passaporte com validade mínima de 6 meses, visto para a Índia (obtido com antecedência), visto para o Nepal (obtido no aeroporto ao desembarcar no país), visto para o Butão (obtido através da operadora local) e Certificado Internacional de Vacinação contra Febre Amarela.
Por que conhecer a Índia?
“Conhecer a Índia é visitar um território sagrado, onde as tradições milenares permanecem vivas e fazem parte do quotidiano. É peregrinar em busca de espiritualidade e iluminação, de encantamento e autoconhecimento..”

Templos de Khajuraho 
Templo Laxminarayan 
Amber Fort 
Jama Madish – Delhi
A Índia é uma das civilizações mais antigas do mundo. Seu território abriga uma enorme diversidade étnica nos quatro cantos do pais. Diferentes, culturas, crenças, rituais e modo de vida milenar estão presentes desde os pequenos vilarejos do interior até as grandes metrópoles. O país do misticismo e da pobreza, que é aceita como missão, reúne o caos à beleza, faz você ir rapidamente do mais novo e moderno ao rústico e antigo, da pobreza ao luxo, da simplicidade a ostentação, que torna a um só tempo, um destino sedutor. A Índia nunca decepciona, ela cativa, contamina, seduz, difícil de esquecê-la ! Viajar à Índia é uma experiência única, que envolve todos os sentidos. É um estado de êxtase e ao mesmo tempo uma sensação de mera ficção. São momentos mágicos com fortes emoções, visões deslumbrantes de uma cultura milenar que enriquecem a cada momento com tanta diversidade e contrastes, causando grande impacto na nossa mente. A Índia faz com que nos entreguemos a reflexões, pensamentos, abramos o coração, sem preconceitos ou pré-julgamentos. Basta se entregar e você irá imergir ao mesmo tempo no seu mais íntimo ser. Conhecer a Índia é muito mais do que uma simples viagem de turismo. É uma experiência sensorial de cores, sons, cheiros e sabores. “Índia. Não basta apenas olhar, é preciso, saber olhar com os olhos, enxergar com a alma e apreciar com o coração!!!”
Por que conhecer o Nepal?
“O Nepal é um caldeirão cultural, inversamente proporcional ao seu tamanho. Viajar para lá é ter a chance de estar muito perto da natureza e experimentar uma cultura única e bem preservado, além de uma ótima gastronomia.”

Bhaktapur – Cidade Histórica 
Templo de Boudhanath 
Cidade de Pokhara 
Durbar Square – Kathmandu 
Fim de tarde em Boudhanath 
Kumari Devi
O Vale de Kathmandu, que inclui a charmosa capital que dá nome ao vale e também cidades históricas e antigas capitais reais, como Patan, Bhaktapur e Boudhanath, é um ótimo passeio pela cultura nepalesa, com praças, templos e monumentos históricos – além de inúmeras feiras, lojas de equipamento de aventura, bares e restaurantes para todos os gostos. Pokhara é uma cidade entre as montanhas do Himalaia e um lago maravilhoso, localizada a cinco horas de Kathmandu, na região de Pahar. De lá é possível ver o monte Annapurna, fazer atividades como paragliding, voos pela cadeia de montanhas e caminhadas. Para os mais tranquilos, vale também descansar à beira do lago, ver o sol nascer entre as montanhas e curtir os ótimos restaurantes.
Por que conhecer o Butão?
Conhecer o Butão é como mergulhar num sonho mágico. Conhecido como País da Felicidade, o Butão é completamente diferente do resto do mundo, cheio de costumes e tradições muito típicas e um estilo de vida quase único.”

Mosteiro de Takshang

Fazer uma viagem para o Butão é estar em plena Cordilheira do Himalaia, entre Índia, China e Nepal. Preciosidade da Ásia e lugar único no planeta, este país místico restringe a entrada de visitantes: viajar, ali, só com guia. Do tamanho da Suíça e interligado por uma única rodovia, o reino do Butão é pátria de 700 mil habitantes fiéis às tradições e dedicados basicamente à vida no campo. Em vez de metas econômicas, o sucesso da nação é medido pelo índice de Felicidade Interna Bruta e guiado pelos valores espirituais do budismo. Seus templos e monastérios são simplesmente maravilhosos. A preocupação com o futuro das próximas gerações está evidente também na lei que protege 60% das florestas. Trata-se de mais um sinal de que vale a pena encarar o turismo controlado para ter a chance única de fazer um roteiro pelo Butão e conhecer uma cultura fascinante, singular e sem interferências do mundo globalizado.
