
Tipo de viagem: Saída especial
Data de saída: 26/10/2019
Duração – roteiro principal: 18 noites / 20 dias
Duração (Incluindo extensão à Phi Phi Island): 21 noites / 23 dias
Documentação necessária: passaporte com validade mínima de 6 meses, visto para a Myanmar (obtido com antecedência no Brasil) e Certificado Internacional de Vacinação contra Febre Amarela.
Por que conhecer a Myanmar?
“Myanmar é um país misterioso e fascinante. Os incríveis templos de Bagan, os cruzeiros no Rio Irrawaddy a partir de Mandalay, as montanhas do Shan, a capital Yangon, o maravilhoso Lago Inle e a ponte de U’Bein são algumas das atrações que se podem encontrar em viagens a Myanmar. Um destino surpreendente no sudeste Asiático..”

Myanmar e o turismo tem uma relação relativamente nova. Devido à sua situação política, o país recebeu seu primeiro milhão de turistas apenas em 2012. Enquanto isso, no mesmo período, o Laos, seu vizinho, teve um fluxo três vezes maior e a Tailândia já passava de vinte milhões de visitantes.

Antigamente conhecido como Birmânia, o país é um destino tão polêmico quanto belo. Os diversos povos que o formam sempre viveram em conflito com seus vizinhos indianos, chineses e tailandeses, até serem dominados pelos britânicos, em um período de colonização que foi do século 19 até o fim da II Grande Guerra. Fragmentado pela gangorra política, o país mergulhou no isolamento, com uma economia claudicante. A infraestrutura em geral é precária, com hotéis, transportes e restaurantes ora sem produtos básicos, ora sofrendo com apagões ou falta de manutenção.

Para quem, no entanto, resolve visitá-lo, as recompensas são muitas. Yangon, a antiga capital, guarda a monumentalidade do pagode Shwedagonpaya, o símbolo nacional e maior tributo à fé dominante, o budismo. Por séculos Mandalay foi o bastião da cultura birmanesa, com seu grandioso palácio e a grandiosidade do pagode Kuthodaw. A vida às margens do Lago Inle remete a um modo de vida há muito desaparecido, enquanto que Bagan, às margens do rio Ayeyarwady, ostenta centenas de estupas – a maioria pequenas e simples, mas muitas outras grandes e ricamente ornamentadas –, formando uma paisagem arrebatadora e única.
As torres de pagodes por toda parte, o povo ainda muito curioso com turistas e a rotina simples de lugares pouco explorados fazem a viagem por essas cidades uma experiência inesquecível.

Por que conhecer a Tailândia?
“A Tailândia é a mais perfeita definição de “lugar exótico”. Tanto na sua rica cultura milenar, quanto na sua paisagem exuberante, a Tailândia apresenta aspectos muito peculiares, como seus suntuosos palácios e templos budistas e seu atípico relevo litorâneo, repleto de ilhas paradisíacas, cujas formações, por vezes, vão além do nosso imaginário.”

Conhecer a Tailândia é como abrir a cortina para um novo mundo. Só com a mente receptiva e os sentidos afinados somos capazes de absorver os cheiros, cores, sabores e gestos que nos bombardeiam a cada passo, sempre numa intensidade maior do que esperam os nossos parâmetros ocidentais. Esse turbilhão de sensações inéditas proporciona a cada forasteiro a estranha sensação de ser o primeiro a pisar cada palmo de areia branca, selva ou asfalto – mesmo cercado de uma multidão de estrangeiros igualmente deslumbrados.
O segredo do sucesso do país campeão do turismo no Sudeste Asiático está no mix perfeito entre cultura, hedonismo e exotismo. Ao Sul, as praias de Koh Phi Phi e Phuket, entre muitas outras, entregam de bandeja um extenso cardápio de prazeres mundanos, distribuídos em vastos trechos de areia fina e branca, cercados de cenários cuja beleza chega a ser insultante. Ao Norte, este país budista expõe a sua espiritualidade à flor da pele em cidades sagradas como Ayutthaya e nos templos de Chiang Mai, que já foi sua capital (religiosa, inclusive). Na frenética Bangkok, o frenesi tailandês atinge o seu auge, numa das metrópoles mais fascinantes do planeta onde vivem, entre templos, arranha-céus e luzes de néon, 6 milhões de pessoas.
Experimentar a Tailândia é queimar a língua em receitas apimentadíssimas (e absolutamente deliciosas, como o macarrão frito phad thai e o condimentado peixe pla samrod). É entender o amor incondicional (em pleno século 21) do povo pelo rei. É expressar a sua gratidão num singelo wâi, o inclinar de cabeça que substitui o contato físico. É entender o profundo significado do bordão “same same, but different” (traduzindo: igual, mas diferente). É viver emoções nunca dantes navegadas.


